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Descubra o que ninguém te contou
As infecções sexualmente transmissíveis ocorrem, principalmente, por contato sexual (que pode ser vaginal, oral ou anal) sem uso de preservativos e com pessoa que esteja infectada. Apesar disso, muitas IST não apresentam apenas essa forma de contágio. A transmissão pode ocorrer, em alguns casos, por transfusão de sangue, da mãe para o bebê durante a gravidez, o parto ou a amamentação, e por compartilhamento de objetos perfurocortantes. Infecções sexualmente transmissíveis (IST), anteriormente chamadas de doenças sexualmente transmissíveis (DST), são infecções transmitidas, principalmente, por meio do contato sexual sem uso de preservativo com uma pessoa que está infectada. Podem ser causadas por diferentes agentes, tais como vírus, bactérias e fungos. De acordo com o Ministério da Saúde, a mudança na terminologia de doença ocorreu porque o termo IST considera a possibilidade de uma pessoa ter e transmitir uma infecção mesmo sem sinais e sintomas.
Os especialistas também recomendam que as mulheres passem de novo por testes em três meses, já que existe um grande risco de reinfecção. Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs) são condições em que a pessoa pode obter de qualquer tipo de atividade sexual sem proteção envolvendo boca, ânus, vagina ou pênis. É importante observar os materiais utilizados por tatuadores e salões de beleza.
O medicamento ministrado por via oral é muito mais eficaz para tricomoníase que a inserção de um creme ou gel no órgão sexual. Tanto o paciente quanto os parceiros e parceiras sexuais precisam de tratamento e evitar ter relações sexuais desprotegidas até que a infecção seja curada, o que leva cerca de uma semana. Para esse tipo de infecção na pele causada pelo vírus Herpes simplex, o medicamento mais indicado é o Aciclovir. Mas, é importante destacar que o tratamento é individualizado e só o médico poderá indicar qual o melhor meio para cada caso.
Lembrando que o preservativo deve ser trocado a cada relação e cada local diferente de penetração dentro de um mesmo ato sexual, ou seja, se um casal vai fazer sexo oral, vaginal e anal, para cada uma dessas áreas o preservativo deve ser trocado por um novo. A penetração vaginal, anal ou oral por alguém infectado que não esteja usando preservativo aumenta significativamente o risco de contrair uma IST. O uso impróprio ou inconsistente de preservativos também pode aumentar o risco. Durante o parto ou até mesmo no momento da amamentação, muitas doenças podem ser transmitidas ao bebê.
Essas infecções podem ter uma transmissão mais fácil e outras apresentam uma taxa de infecção bem menor, não sendo em todos os casos que a pessoa irá adoecer. A terminologia Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST) passa a ser adotada em substituição à expressão Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST), porque destaca a possibilidade de uma pessoa ter e transmitir uma infecção, mesmo sem sinais e sintomas. Geralmente, essas verrugas não doem, provocando irritação e coceira.
Elas são causadas pelo HPV e adquirem a forma de couve-flor nos estágios mais avançados da infecção. Vale lembrar que alguns tipos de HPV podem vir a se tornar um câncer caso não haja tratamento. O HCV é o agente causador de uma hepatite viral que se torna crônica em até 85% dos pacientes.
O contágio se dá por meio de relação sexual, uso de álcool e outras drogas injetáveis (compartilhamento de seringas contaminadas), profissão de risco ou pequenos cortes provocados por objetos perfurocortantes. A hepatite C é transmitida quando há alguma perfuração na pele e contato com o material contaminado, podendo ser sexualmente transmissível, numa escala menor. A prevenção contra as Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs) deve ser rotina durante todo o ano, mas nesta época de Carnaval os cuidados precisam ser redobrados.
Durante o tratamento é aconselhado evitar o contato íntimo porque, mesmo utilizando camisinha, o vírus pode passar de uma pessoa para a outra, se alguma das lesões entrar em contato direto com a outra pessoa. Esses medicamentos ajudam a evitar o enfraquecimento do sistema imunológico. Por isso, o uso regular dos ARV é fundamental para aumentar o tempo e a qualidade de vida das pessoas que vivem com HIV e reduzir o número de internações e infecções por doenças oportunistas. Desde 1996, o Brasil distribui gratuitamente os ARV a todas as pessoas vivendo com HIV que necessitam de tratamento. Atualmente, existem 22 medicamentos, em 38 apresentações farmacêuticas. O atendimento e o tratamento são gratuitos nos serviços de saúde do SUS.
Já o teste quantitativo, auxilia na análise da eficácia do tratamento antiviral. Há também o teste de genotipagem, que permite detectar mutações de resistência no genoma viral capazes de minimizar a eficácia da terapia. Temos também disponível o teste que realiza a quantificação por PCR do vírus da hepatite Delta.
Herpes genital, sífilis, gonorreia, tricomoníase, infecção pelo HIV, infecção pelo Papilomavírus Humano (HPV), hepatites virais B e C, infecção pelo vírus linfotrópico de células T humanas (HTLV), são alguns tipos de ISTs. A transmissão de uma IST pode ocorrer, também, verticalmente, da mãe para a criança durante a gestação, o parto ou a amamentação, quando medidas de prevenção não são realizadas. De maneira menos comum, também podem ser transmitidas por meio não sexual, pelo contato de mucosas ou pele não íntegra com secreções corporais contaminadas. No Brasil, 92% das pessoas em tratamento já atingiram o estágio de estarem indetectáveis, ou seja, estado em que a pessoa não transmite o vírus e consegue manter a qualidade de vida sem manifestar os sintomas da Aids.