Inteligência Artificial Auxilia Médicos No Diagnóstico De Covid-19

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Inteligência Artificial Auxilia Médicos No Diagnóstico De Covid-19

Isto representa um grande avanço no segmento diagnóstico por complementar o trabalho dos radiologistas. A tecnologia possibilita a associação entre as informações ágeis e precisas geradas por inteligência artificial e a interpretação e análise dos profissionais de saúde. Com a contínua evolução dessa tecnologia, podemos esperar um futuro ainda mais promissor, no qual a medicina diagnóstica será ainda mais precisa e personalizada, beneficiando pacientes e profissionais de saúde.

Uma das principais formas de aplicação da IA é prever potenciais complicações na UTI, quando o paciente se encontra ainda em estágio inicial. Acumulando, portanto, um repertório clínico que eleva as chances de promover diagnósticos assertivos. Uma repetição da mesma sequência de eventos está acontecendo agora, com radiologistas liderando na Inteligência Artificial e mais uma vez demonstrando que a especialidade pode se sobressair e virar a mesa. No entanto, o que realmente aconteceu foi que os radiologistas acabaram aprendendo muito mais sobre o método, suas limitações e como interpretá-lo. Muitos pensavam que a tecnologia de ressonância magnética iria substituir radiologistas, por exemplo.
De maneira simplificada, seria como aliar as informações produzidas por dezenas ou centenas de computadores – cada um dotado com machine learning e especializado em sub-tarefas – a fim de executar uma tarefa específica.  https://pt.wikipedia.org/wiki/Coca%C3%ADna Todo o aprendizado automático é IA, mas nem toda IA conta com o aprendizado automático. As primeiras tecnologias de IA ficavam limitadas a reconhecer os padrões inseridos pelo programador. Então nos siga no Facebook e Instagram para ficar por dentro de outros assuntos relacionados aos avanços na saúde. Vale explicar que o diagnóstico precoce de problemas cardíacos em um feto é uma informação crucial para aumentar as chances de sobrevivência da criança.
Essas imagens mais precisas são fundamentais para que o profissional de radiologia passe a transformar suas atividades e aproveitar melhor o tempo na hora de lidar com uma alta quantidade de exames para avaliar. Este segmento é parte do Machine Learning e representa um conjunto de algoritmos complexos. Eles são criados para assumir por mimetismo o cérebro humano em relação às redes neurais artificiais mais profundas. O reconhecimento de padrões na radiologia é possível por meio do Machine Learning, que é justamente o segmento da IA que reconhece padrões e faz conexões com algoritmos e um grande conjunto de dados, o Big Data.


Por exemplo, um paciente que chega com uma imagem sugestiva de hemorragia craniana deve receber atendimento o mais rápido possível, e isso será devidamente determinado pela seleção feita pela Inteligência Artificial. De maneira geral, é possível se beneficiar muito dos softwares e ferramentas envolvidas, porque a radiologia é uma área que trabalha com base em repetição de padrões. Ela está presente em nosso dia a dia de diferentes maneiras, como nas recomendações personalizadas que recebemos do smartphone, casas inteligentes e reconhecimento facial feito por dispositivos. Entre os principais estão a radiologia, laboratórios, medicina intensiva e  no controle e alerta de doenças em ambientes educacionais.
Essas patologias costumam apresentar as mesmas características de identificação nos exames e imagens e eles se repetem. O grande diferencial é que quando o profissional identificar um padrão, outra doença relacionada também pode ser encontrada sem a necessidade de tantos exames, e  tudo isso funciona como um verdadeiro guia nas diferentes etapas do seu tratamento. Isso porque ela torna o trabalho do médico muito mais eficiente, rápido e seguro na hora de chegar a um diagnóstico preciso. Diante dos benefícios, a IA entra como uma ferramenta específica para agregar valor na rotina do radiologista e na medicina, de forma geral, no tratamento com o paciente.

Inteligência artificial em diagnóstico


Mesmo que a IA tenha interferência importante no auxílio do diagnóstico por imagem, a palavra final na avaliação é do profissional da saúde.  https://site.mppr.mp.br/projetosemear/Pagina/Informativo-Tematico-052022 Ou seja, não é uma situação em que a máquina substitui a atuação humana, mas um trabalho em conjunto, como os conhecimentos e experiências do homem somados aos recursos tecnológicos disponíveis. O algoritmo também conseguiu identificar a idade do paciente (com 3.26 anos de margem de erro), o sexo do paciente (97% de precisão) e se o paciente era fumante (71% de precisão).

Eles desenvolveram um modelo de IA que é capaz de verificar se um coração fetal é saudável ou não, com o uso de imagens de ultrassom e processos de deep learning. O objetivo é aprofundar o aprendizado de máquina para obter maior precisão nos resultados. A IA consegue entregar um tratamento personalizado para cada paciente, pois tem base nas informações extraídas dos exames de imagem e demais dados clínicos, considerando as características individuais e histórico médico.
Mesmo assim, vemos um importante avanço da tecnologia médica nos laboratórios e ambientes educacionais e de medicina intensiva, com destaque para o uso no diagnóstico médico. O conceito de inteligência artificial se refere à capacidade das máquinas de “pensar” como seres humanos. Ou seja, o poder de aprender, perceber, deliberar e decidir de forma racional e assertiva. Uma determinação do Conselho Federal de Medicina prevê que o paciente não pode ser identificado quando seu prontuário vai para a nuvem. Outra forma de garantir a segurança e impedir o ataque de hackers é a criptografia (espécie de codificação digital) de todos os aparelhos do hospital conectados à internet. Para o cardiologista Braulio Luna Filho, diretor do Conselho Regional de Medicina de São Paulo, apesar das promessas, o que se fala em inteligência artificial hoje ainda é utilizado como marketing.